O responsável do Emicela Team Cabo Verde, Orlandinho Mascarenhas,  faz uma avaliação “positiva” dos atletas cabo-verdianos que, este sábado, vão voltar a subir o pódio no Artenara Trail, nas Canárias e reivindica a realização de provas internacionais no país.


Os atletas cabo-verdiano conseguiram dois lugares no pódio na prova dos 16 quilómetros, com Danilson Pereira a cortar a meta em primeiro lugar e Jorquim Fortes a alcançar a terceira posição, na competição realizada este sábado nas Canarias.
Na prova dos 30 quilómetros, a Emicela Team conseguiu um 53 lugar com Gil Fortes, enquanto o atleta Wilson Cabral teve de abandonar devido a uma lesão no tornozelo direito.
Segundo Orlandinho Mascarenhas, este resultado conseguido na Artenara Trail demonstra que os atletas cabo-verdianos estão a conseguir os seus espaços nas provas de montanha e que este facto tem divulgado o nome do país além-fronteiras.
“Era mais ou menos o que esperávamos, tirando a lesão de Wilson Cabral, que estava a fazer uma súper prova”, notou o responsável em declarações à Inforpress.
No entanto, considerou que Cabo Verde tem que passar a organizar provas de dimensões à semelhança da Maratona realizada, em 2016, no concelho de São Domingos e que trouxe ao arquipélago 12 atletas internacionais.
“Hoje temos um nome e os nossos atletas são muitos respeitados em todas as provas que participam” disse, apontando o atleta Wilson Cabral como uma aposta de futuro nesta modalidade.
Conforme avançou, a Emicela vai participar, ainda este ano, em mais três provas internacionais, sendo elas a “Águas de Terror”, em Canárias, a “Grande Trail Serra D’Arga, em Portugal e a “Haria Extreme de Lanzarote, também nas ilhas Canárias .
Inforpress