Liga Stopira: Organização clama por uma maior atenção para com escolas de formação



A organização da Liga Stopira, cujo arranque está previsto para 03 de Junho, já tem a logística parcialmente montada para “o sucesso”, mas insta a sociedade desportiva e civil a dedicar uma maior atenção aos escalões de formação.



À Inforpress, o mentor desta iniciativa, que envolve os jovens dos escalões de formação, referiu que para este ano houve manifestação de interesse de 24 equipas, mas devido à fraca capacidade financeira da organização voltou-se a primar pelas habituais 12 equipas, divididas em quatro formações de três grupos.

Armindo “Barrusco” Rodrigues disse que para esta edição a organização tem um orçamento à volta de 345 contos, mas que, contas feitas, 308 mil escudos serão exclusivamente canalizados para o pagamento das equipas de arbitragem, sendo que as despesas para troféus, taças e medalhas estão avaliadas em 84 mil escudos.

Considerando que a Liga Stopira tem vindo a ser fundamental para alavancar o futebol, sobretudo na região desportiva de Santiago Sul e não só, com o argumento que um número significativo de jogadores que militam nos clubes da primeira divisão, bem como na selecção nacional, passaram por este Liga, Barrusco exortou tanto as instituições desportivas como empresas públicas e privadas a levarem esta aposta em consideração.

Defende que o futuro do desporto cabo-verdiano, sobretudo do futebol, passa necessariamente pelos escalões de formação, razão pela qual entende ser necessário um “investimento forte” nos escalões de base, para que Cabo Verde consiga acompanhar as instruções emanadas pela FIFA, instituição conhecida pela sua valorização do futebol de base.

A sétima edição da Liga Stopira em futebol arranca a 03 de Junho nos campos de Sucupira e Tira-Chapéu e vai homenagear o falecido dirigente da Escola Kriolinhos, Marcos Borges, em sinal “de reconhecimento da sua obra”.

A edição e 2022 da Liga Stopira, de acordo com o mentor da prova, é destinada a atletas nascidos a partir de 2001 e 2002, no formado de três grupos de quatro equipas cada, em que passam a segunda fase, isto é, às meias-finais, os vencedores de cada grupo mais o segundo melhor classificado.

Segundo a organização, a fase de grupos vai ser disputada nos campos de Achada de Santo António, mas conhecido por Campo Sucupira, e Tira-Chapéu, estando a semifinal e a final calendarizadas para o Estádio Luís da Silva Bastos, popularmente conhecido por Estádio da Várzea.

De acordo com a calendarização, as equipas de Achada Grande, Esperança, Tira-Chapéu e Tigerfoot constituem o Grupo A, Flor Jovem, Escola Tropa, EFIP e FSOD estão na poule B, ao passo que Krilolinhos, Fontão, São Filipe e TMT partilham o Grupo C.

SR/CP

Inforpress


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